Ao ler 1984 (George Orwell) vi o real sentido da expressão Big Brother, que além de observar o que as pessoas faziam, controlava a realidade de acordo com sua convenção (não entrarei em mais detalhes... quer saber mais? leia o livro, rss). E mesmo tendo memória as vezes as informações nos deixam confusos, sorte nossa termos ferramentas em nossas mão para consultarmos e verificarmos a veracidade de informações que são ofertadas.
Sempre pensamos no futuro, e buscamos o melhor. Nossos passos "cegos" são norteados pelas nossas lembranças, pois se não às fossem, poderíamos pisar em locais que prometemos não mais passar. A memória rege nossa conduta, porque nosso conhecimento adquirido é o permite que tomemos decisões embasadas permitindo que a subida da escada seja firme, tornando a elevação bastante segura.
Vale a pena ficar de olho na midia, principalmente devido ao oportunismo, pois "individuos" gostam de alguns comentaristas "intelectuais", mas vale ressaltar que há aqueles que não utilizam palavras eruditas mas passam bastante conhecimento. Um comentarista que assim o considero, fez comentários preconceituosos (a matéria é toda alienante) na morte do ícone Darrel "Dimebag" Abbott, em que fala que o Heavy Metal "glorifica o barulho e o ódio" e que os shows parecem "comício facista sem rumo e ideal" (http://www.youtube.com/watch?v=94L04izRvWU). Já alguns anos mais tarde, vem dizer que o festival Rock In Rio glorifica a presença do Metallica (1'49" - http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/arnaldo-jabor/2011/10/04/SOMOS-FORMADOS-PARA-ACHAR-QUE-ARTE-E-ENTRETENIMENTO-SAO-COISAS-DISTINTAS.htm), exaltando um certo empresário. Sinceramente, não sabia que o Metallica havia deixado de ser uma banda de Heavy Metal...
Espero que vejam as matérias na íntegra, até mesmo porque não quero exercer controle sobre sua realidade (rss), mas pensem bem e absorvam aquilo que lhe é fornecido, não existe cultura inútil, e como diz aquela frase clichê: "tudo pode ser usado contra você no tribunal"...